LGPD: Riosoft oferece capacitação online para profissionais de TI

LGPD: Riosoft oferece capacitação online para profissionais de TI

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Em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ainda gera muitas dúvidas sobre sua implementação no setor corporativo. Para ajudar profissionais e empresas a tomar decisões seguras baseadas na LPGD, a Riosoft, fornecedora de soluções e serviços de TI, está com inscrições abertas para a ‘Super Semana LGPD’.  

O programa de capacitação online, que acontece nos dias 13, 14 e 15 de abril, vai tratar sobre as mudanças administrativas, tecnológicas e culturais trazidas pela LGPD às empresas. 

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Os participantes aprenderão na prática sobre proteção de dados sensíveis, Teoria da Segurança da Informação, Design Sprint/Thinking na LGPD e Segurança da Informação na Prática. O primeiro dia de formação é gratuito e contará com a participação da Oracle.

Participantes aprenderão na prática sobre proteção de dados sensíveis, entre outros temas pertinentes à LGPD. Foto: Rawpixel.com/Shutterstock

Também fazem parte da programação: Erik Mattefldt, da Resh Cyber Defense; Rodrigo Vera, advogado e membro da ANPPD; o matemático Luiz Afonso Peccini; o técnico em Processamento de Dados Diogo Campos; o advogado Wilmer Castillo Martinez Filho, membro da Comissão de Direito Digital e Compliance Digital da OAB e da ANPPD; e Mauro Filetto, fundador da GPN Fibra.

A ‘Super Semana da LGPD’ é exclusiva para profissionais de TI, advogados, consultores e profissionais interessados na nova legislação. Ao final do workshop, todos receberão um certificado.

Confira a programação completa e faça sua inscrição neste site.

Empresas ignoram normas da LGPD

A maioria das empresas brasileiras ignoram questionamentos feitos com base nas normas da LGPD. Mais precisamente, 85% delas. É o que indica levantamento feito pela Sigilo, associação que protege os donos de dados e informações.

“Vocês tratam os meus dados?”, “Quais são as categorias de dados pessoais que vocês têm sobre mim em seus arquivos e banco de dados?”, “Quais são os usos específicos que têm feito?”, ou “O que estão fazendo ou farão com os meus dados pessoais?” foram algumas das perguntas feitas pela Sigilo – e não respondidas.

Leia mais:

Segundo rege a LGPD, questionamentos como os posicionados acima têm um prazo de até 15 dias para serem respondidos. No teste da associação, as perguntas foram enviadas por cartas a um grupo de empresas de 22 setores, nos quais não apenas 85% ignoraram totalmente as requisições, como os 15% que responderam, o fizeram fora do prazo estabelecido.

Via: Convergência Digital

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