Gastos com aplicativos serão de US$ 270 bilhões até 2025

Gastos com aplicativos serão de US$ 270 bilhões até 2025

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Os gastos globais com aplicativos, incluindo downloads pagos, compras e assinaturas, devem chegar a US$ 270 bilhões até 2025, segundo projeção da empresa de análise de dados Sensor Tower. Deste total, US$ 185 bilhões serão despendidos na App Store, contra US$ 85 bilhões na Google Play.

No ano passado, a pandemia do coronavírus impulsionou os gastos com apps em 30%, comparado a 2019, para um recorde anual de US$ 111 bilhões.

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A empresa acredita que o modelo de assinatura adotado atualmente por uma série de aplicativos móveis causará uma mudança no mercado. Em 2024, os gastos em apps não relacionados a jogos devem chegar a US$ 86 bilhões, em comparação com US$ 73 bilhões em gastos com jogos. E, em 2025, essa lacuna aumentará, com os não-jogos alcançando US$ 107 bilhões, enquanto os games para celulares alcançarão US$ 78 bilhões.

Os downloads, por sua vez, continuarão a crescer nos próximos anos, chegando a 230 bilhões até 2025, segundo a projeção. O Google Play deve responder pela maior parte desse número, com 187 bilhões de downloads globais. 

Gastos com apps nas lojas do Android e do iOS. Imagem: Reprodução/Sensor Tower

Os mercados europeus impulsionarão o crescimento dos gastos com lojas de aplicativos nos próximos quatro anos, liderados pelo Reino Unido. Em 2025, 11 países europeus ultrapassarão o marco de US$ 1 bilhão em gastos do consumidor, para atingir, coletivamente, US$ 42 bilhões.

Já os Estados Unidos vão crescer um pouco mais devagar do que o resto do mercado mundial, chegando a gastos com aplicativos de US$ 74 bilhões em 2025.

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Loja de aplicativos do Twitter

O CEO do Twitter, Jack Dorsey, deseja construir uma loja de aplicativos para algoritmos de redes sociais, o que promete aos usuários a possibilidade de escolher seus algoritmos de recomendação favoritos, ao invés de depender da empresa para definir isso. 

Dorsey comentou sobre sua visão de uma rede social descentralizada em uma reunião com investidores. Segundo ele, seria atrativo para o Twitter criar uma rede que está além do controle dele mesmo ou de qualquer outra empresa, com um modelo capaz de proporcionar “um corpus muito maior de conversas”, o que poderá trazer conteúdo muito mais relevante aos usuários. 

Para o executivo, este novo modelo faria com que o Twitter pudesse criar diferentes algoritmos de classificação, dando as pessoas uma liberdade de escolha.

Via: Sensor Tower

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