EUA planeja lançar foguete movido a energia nuclear

EUA planeja lançar foguete movido a energia nuclear

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A Darpa, divisão de pesquisa do Ministério da Defesa dos Estados Unidos, anunciou que planeja lançar um foguete movido a energia nuclear até o ano de 2025. O projeto ainda é bastante embrionário, embora ambicioso, já que será necessário desenvolver uma nova tecnologia para isso. 

Os engenheiros envolvidos no desenvolvimento do projeto estão um pouco pessimistas, já que não acreditam que a espaçonave será poderosa o suficiente para escapar da atração gravitacional da Terra. Uma alternativa para resolver esse impasse seria a entrada do foguete em órbita nas costas, o que possibilitaria a propulsão para um destino secundário. 

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Tecnologia para satélites

Foco da tecnologia é tornar, entre outras coisas, satélites mais manobráveis. Créditos: Andrey Armyagov/Shutterstock

Em um primeiro momento, pode parecer estranho querer desenvolver um foguete que não consegue chegar ao espaço só com os próprios esforços, mas esse não é o principal objetivo da nova espaçonave. A nova tecnologia de propulsão termonuclear deve vir para tornar veículos e satélites que já estão em órbita mais fáceis de serem manobrados. 

“No ar, no solo e no mar, a manobrabilidade é uma capacidade crítica. A propulsão térmica nos dará essa agilidade no espaço”, declarou o gerente de projetos da Darpa, Nathan Greiner. 

Postos avançados em outros mundos

Caso o projeto seja bem sucedido, ele também pode facilitar a chegada à Lua ou Marte, o que pode aumentar a viabilidade do estabelecimento de estações espaciais e postos avançados de pesquisa nesses locais. Isso poderia viabilizar também as viagens tripuladas para esses mundos de forma segura e para os astronautas. 

Embora a ideia de colocar um reator nuclear em órbita pareça perigosa, a Darpa afirma que ela é bastante segura e, sequer nova. Como exemplo disso, o departamento explica que o urânio usado na espaçonave será pouco enriquecido, tornando o foguete mais seguro que o rover Perseverance, da Nasa, que é alimentado por plutônio. 

Com informações do Futurism e do New Scientist 

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